quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Forma Singular ...

Nem sempre flor. Nem sempre beijo.  
A vida gira  num movimento de faz, desfaz e refaz, sempre renovado. 
É capaz de transformar em nova ordem aquilo que captura. 
Com isso, instala a busca pelo novo (e não pela novidade), 
capaz de forjar símbolos autônomos e mobilizar 
novas redes de significados e complexidades.
É como se algo não dito, mas sentido, que emana, 
imanta e inesperadamente, ligasse pessoas entre si.  
Algo que nasce de modo abrupto, irracional, prenhe de mistério.  
Da paixão ao amor , a vida sempre esta aí  em busca de uma forma 
que lhe traduza sentidos,  cada vez por uma expressão única, 
por uma forma singular, na sua mais radical verdade, ainda que transitória...
 

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